Friday, November 24, 2006

Só uns links pros amigos....

Esse é um documentário que eu ajudei a fazer, uma disciplina de meu curso. O belo nome que escolhemos foi "De Passagem - 24 horas no Largo da Batata".
Pra quem ainda não comprou uma cópia, que está à venda em todas as lojas, rola dar uma assistida no youtube. O baguio tá dividido em 6 partes:
Parte 1: http://youtube.com/watch?v=PD8J1mJI23k
Parte 2: http://youtube.com/watch?v=HXwvmn72nr0
Parte 3: http://youtube.com/watch?v=oZLVFB2uzEU
Parte 4: http://youtube.com/watch?v=mZcGEyrpFKU
Parte 5: http://youtube.com/watch?v=vtQJ_QXEN6o
Parte 6: http://youtube.com/watch?v=HPNqSd4UhZU

Vale?

Ouvindo: Nada.

4 comments:

TRISTA said...

bem legal!

Bigode said...

tks, mas "bem legal" não quer dizer muita coisa. Para um crítico cinema-televisivo como você, queria saber o que gosta e o que desgosta da "obra prima"...

Anonymous said...

Já que é pra ser mais detalhista, vamos lá:

1. Achei interessante a decisão (deliberada ou não) de deixar a voz do Largo da Batata fluir ao longo do documentário, a partir de seus pitorescos (pra dizer o mínimo) habitantes, sem grandes recursos de narração ou entrevistas. Coerente com a crueza e espontaneidade do local. Talvez tenha faltado um pouco a imagem que a pessoa que apenas passa pelo Largo tem dele (os executivos engravatados, as patricinhas, etc.)

2. Bastante feliz a escolha da trilha sonora (exceção feita ao chavão "Feira de Acari" na parte dos camelôs). Apesar disso, em algumas partes o excesso de trilha sonora cansa um pouco.

3. A edição é bastante ágil, mas sem exagerar nos cortes (particularmente odeio edições estilo videoclipe). A edição da parte inicial (me lembrou Woody Allen das antigas), do Marrom (as comidas, os closes e os planos me lembraram algo de Leone, sem a câmera lenta) e das galinhas (a referência a Cidade de Deus me parece evidente) é digna de cinema.

4. Em alguns momentos, devo dizer, algumas tomadas me pareram dispensáveis - como a cena dos cachaceiros sambando em frente a camera ou do bebado fazendo graça com quem passava na calcada. Ficou um ar meio fake nessas passagens.

5. Em resumo, realmente gostei do trabalho e as pequenas ressalvas são meros detalhes dentro de um contexto muito bom.

Pediste uma análise fria. Como diria o saudoso Januário de Oliveira, "taí o que você queria".

Grande abraço

Bigode said...

E como diria algum outro narrador esportivo, Silvio Luiz, se não me engano:
Papai gostou!

Bela análise. Dá muito orgulho esses elogios cinematográficos. E os erros são parte de nosso amadorismo, em breve seremos um pouco mais profissionais.

Abraço pra ti também, brother.