Friday, June 17, 2005

Sobre modus operandi

Às vezes a gente faz coisas que sempre criticou quando via os outros fazendo. Porém, quando é a gente que faz, o erro fica mais difícil de ser percebido. Tem vezes que a gente faz as coisas de um jeito, acreditando que foi de uma maneira um pouco diferente da que realmente aconteceu. Talvez seja porque as coisas só são mesmo a partir do momento que alguém as percebe e interpreta. Aí é bem individual de cada um, né?

Acontece também que às vezes a gente quer fazer as coisas de nosso jeito, ignorando as vontades alheias. Nada acontece por mal, apenas nos toma a sensação momentânea de que o nosso jeito é melhor, que a minha proposta é legal e tudo mais. Quando a outra parte interessada não atende à nossa programação, é tristeza certa. Acho que cada um deve fazer as coisas do modo que deseja, realmente sem pensar no que os outros vão achar. A individualidade é algo pra mim que jamais deve ser corrompida ou coagida. Cada um faz o que quer. Mas devemos pensar que a outra parte também constitui um "cada um" também.

Ouvindo: AC/DC - Love Hungry Man

2 comments:

lua said...

vontade de ir embora, música desanimada...

lau2m said...

esses são casos clássico de "a teoria na prática é outra"... nada "é". a gente acredita numa coisa, os outros acreditam em outra, mas nada "é". cada um vê o que quer!

(ou, de acordo com Foucalt, cada um tem a sua vontade de verdade! aula da Rosana e vc, tuuudo a ver!)